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Amor que mata.

Outrora num lugar inesperado,num momento nada apropriado eis quando se encontram...
Construiram juntos algo que perderam e nao voltaram a reencontrar...
Desencontram-se do que os unia
Regressando sempre de maos vazias e de coraçoes a transbordar,de mil acusaçoes mutuas que a pouco e pouco foi apagando o fogo que mal os deixava respirar...
Fogo de paixao louca q ardia....
Eram tudo e nao eram nada e assim deixaram acabar com o que de melhor tinham em si pois viviam na base certa do basta acreditar...
Dois corpos que se uniam e a cada segundo se deliciavam ao disfrutar,do sabor de cada um...eram...
Eram momentos de encantar...
De copos e vinho choroso com velas a rodear uniam-se num momento tremendo onde nas ondas desse amor doentio se deixavam horas a fio embalar...
Sentia-se tao dele e tao unica dizia que era fenomenal ,passou de tanto a puro ser para ele ja tao banal...
Conhecia cada traço do seu corpo,como arquitecta no projecto a empenhar ,eram aquele seu cheiro tao doce que a fazia render sem pensar...
Vivia do seu amor ainda que com o mundo as costas de contra a lutar,aquele amor tao unico os dois matava enquanto o relogio horas continuava a contar...
O que foi deles e daquele amor o orgulho a muito decidira matar...
Foi lindo vezes sem conta aquele brilho no olhar,o sorriso que traziam no rosto e aquela forma louca de amar,chegava a dar ciumes aos que de perto podiam observar...
Tanto foi ficando,por ai algures sem darem conta largado,ja nem o respeito marcava a presença so as lagrimas em seu olhar....
Um dia tinha sido magico
Outrora unicamente perfeito hoje em dia um do outro ja nada sabem a nao ser a partilha do mesmo leito  onde raramente se volta a sonhar...
Que antes nunca lhes faltasse a estrada que os leva e a força que os levanta. O amor que os humaniza e a razão que os equilibra...
Rapariga Anonima
(Foi sempre amor)

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