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Mensagens

A mostrar mensagens de julho, 2015

Ela....

Tem duas coisas na vida que ela admira muito o amor e a fidelidade!!!! Amor podes sentir de diversas maneiras,alucinado ou ao promenor, terramoto ou de enloquecer a cada segundo,mas a fidelidade é consumidora ,devota e até cegante, mas jamais deixa de ser menos importante... Fidelidade sou eu tu,nos e os nossos corpos na hora da devoção louca, com que formamos um só... Tu és o que nunca ninguém foi,o que tantos tentaram ser!!! És a sua metade tardia,sua fantasia ❤️com tanto só acredito que isto é apenas um grande amor,parte de uma vida um futuro a conquistar❤️

Ela...

Ela..

Se pudera explicar o tudo que cabe no coração. ..as palavras mais sentidas...ditas por quem sente e por quem nada sente...Os momentos mais queridos, as recordações de algo vivido...Os sentimentos escondidos e guardados lá no fundo, onde ninguém sente, vê ou escuta para que  se transmita uma indiferença irreal, que na realidade nada mais nada menos é do que a arma de defesa...sim!!! Em defesa do que persiste em ser e do que persiste em permanecer.... quem entenderá alguma vez? Quem explicará o porque de ter sem querer e o porque de querer sem ter, quem controla a marcha cintilante de um amor em risco? de uma paixão em fogo? da fervura de um coração já condenado?? a vida!!! Escolhas enganosas decisões certas ou erradas, num destino breve ou até ainda longínquo, num desejo de ser merecedora de mais ou d até d nada...pedia ao tempo para parar, imortalizando momentos por uma vida, abraçada na melancolia que insiste em ser marcante...tanto que se perde ou tanto q se ganha...não pairava n...

Ela...

Gritos mudos

7 de Julho, Mais uma madrugada Qualquer Ela era uma sonhadora... Sonhava de alma calada, pè descalço, coração bem aberto na esperança que alguem um dia ouvisse os seus gritos silenciosos,que alguem percebesse que palavras ditas não eram deveras o seu melhor e que cada lágrima caida valia por mil palavras que não conseguiu  dizer, por gritos que ninguem ouviu...  Então um dia um tal de Senhor Eduardo, psiquiatra, numa instituiçao já para ela conhecida como casa de férias, disse: ESCREVE!!!!! Grita nas páginas, espanca as linhas...  Turbilhão de sentimentos em cada linha, uma facilidade imensa em dançar com cada vírgula e numa azafama de tanta coisa sentida, recuperava o folego a cada vez que pontuava com reticèncias... Não escrevia por querer ser escritora ,escrevia sim como quem grita ao mundo na beira de um precipício,sim era assim que se sentia a maioria das vezes, ninguem entendia o quanto sofria em silèncio, ninguem sabia...