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Ela....

Tem duas coisas na vida que ela admira muito o amor e a fidelidade!!!! Amor podes sentir de diversas maneiras,alucinado ou ao promenor, terramoto ou de enloquecer a cada segundo,mas a fidelidade é consumidora ,devota e até cegante, mas jamais deixa de ser menos importante... Fidelidade sou eu tu,nos e os nossos corpos na hora da devoção louca, com que formamos um só... Tu és o que nunca ninguém foi,o que tantos tentaram ser!!! És a sua metade tardia,sua fantasia ❤️com tanto só acredito que isto é apenas um grande amor,parte de uma vida um futuro a conquistar❤️

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Perdida....

Era assim desse jeito meio mulher meio menina,nao tinha castelo nem reinado pois bastava-lhe a riqueza de ser possuidora de amor próprio e verdadeiro pois era sábio que nada a impedia de sonhar... Encantava e enfurecia,seus olhos falavam por ela,eram portadores de uma alegria nunca antes tão invejada... Verdadeira e perturbante,com sotaque a rebeldia,era pura e simplesmente ela que a si propria mesmo mais temia... Temia em si a veracidade das suas palavras,abria capas muito cedo resultando em capítulos que inacabava.... Tanta virgula,tanto ponto final que ja nada a surpreendia até esbarrar no impossível em que jamais acreditava... Bloqueia seus pensamentos,fazia transparente a sua alma,intimidava a sua confiança mas nao a detinha de nada... Onde esta ela!? Quem a viu?? Onde a viram?? Nem ela propria mais se encontra,pede a mão de Deus na encruzilhada pois depressa luta quando se sente desamparada... São mil páginas de desvaneios que chocaria a mente mais aberta.no mais íntimo ela sabia...

She...

She did not need much, wanted very little. A kind word, sincerity, fresh air, clean water, a garden, kisses, books to read, sheltering arms, a cosy bed, and to love and be loved in return. ❤

Gritos mudos

7 de Julho, Mais uma madrugada Qualquer Ela era uma sonhadora... Sonhava de alma calada, pè descalço, coração bem aberto na esperança que alguem um dia ouvisse os seus gritos silenciosos,que alguem percebesse que palavras ditas não eram deveras o seu melhor e que cada lágrima caida valia por mil palavras que não conseguiu  dizer, por gritos que ninguem ouviu...  Então um dia um tal de Senhor Eduardo, psiquiatra, numa instituiçao já para ela conhecida como casa de férias, disse: ESCREVE!!!!! Grita nas páginas, espanca as linhas...  Turbilhão de sentimentos em cada linha, uma facilidade imensa em dançar com cada vírgula e numa azafama de tanta coisa sentida, recuperava o folego a cada vez que pontuava com reticèncias... Não escrevia por querer ser escritora ,escrevia sim como quem grita ao mundo na beira de um precipício,sim era assim que se sentia a maioria das vezes, ninguem entendia o quanto sofria em silèncio, ninguem sabia...